O que é Fisioterapia Pélvica ou Uroginecologia Funcional e qual a sua função

Tempo de leitura: 2 minutos

Antes de falar sobre fisioterapia pélvica, precisamos entender o que é a fisioterapia.

A fisioterapia é antiga. Surgiu com tentativas de esfregar a mão no local da dor para tentar aliviá-la, e assim cientistas começaram a pesquisar técnicas para diminuição álgica e aplicá-las no Ser Humano.

Virou profissão no Séc. XX, quando, na guerra, os soldados feridos precisaram de profissionais reabilitadores.

No Brasil, a Fisioterapia foi implantada dentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em 1929, porém o primeiro curso de formação destes profissionais foi criado em 1951, com duração de um ano e certificação em técnico de fisioterapia.

Como a saúde não é considerada uma ciência exata, novos estudos são publicados a todo instante, com base nas diversas atuações do fisioterapeuta na reabilitação de patologias do Ser Humano.

O que é a Fisioterapia Pélvica ou Uroginecologia Funcional?

A fisioterapia pélvica, conhecida também como uroginecologia funcional, atua na reabilitação das disfunções do assoalho pélvico, ou seja, todos os problemas que envolvam a musculatura do períneo.

O fisioterapeuta com especialização em fisioterapia pélvica está habilitado a tratar e prevenir qualquer patologia que esteja relacionada com esta musculatura, através de técnicas específicas para cada caso, no qual o profissional possua competência para aplicá-las.

O que é Assoalho Pélvico?

É um conjunto de músculos, ligamentos e fáscias que se encontram no fundo da pelve (conhecida popularmente como “bacia”) e tem as funções de sustentar todos os órgãos que ficam nesta região, como a bexiga, o intestino grosso, útero e vagina no caso das mulheres e próstata no caso dos homens; controlar a saída de urina e fezes além de participar do controle e resposta sexual.

Quais são as disfunções que o Fisioterapeuta Pélvico consegue reabilitar?

A pelve não parecia ter a capacidade de gerar tantos problema assim, não é?

Se você acredita possuir alguma destas patologias, agora já sabe que elas tem solução segura!

Se você gostou desse artigo, compartilhe e torne mais pessoas conscientes da existência desses tratamentos.

2 Comentários

    1. Jordana Dossin

      Muito obrigada Ilana! estamos dispostas a responder qualquer dúvida!

      Responder

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